quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

É belo! Por isso, novamente.

Novamente, observando a cidade, me deparei com outro exemplo de força de vida. queria tirar foto, mas não dá.
As pontes do cebolão me impressionam pela forma, pelo desenho, mas é claro que o tempo tem lhe tirado um pouco da beleza externa. Mas logo ali, nas frestas, onde o tempo se faz presente, nasceu um arbusto. Não há terra aparente, e nem é cacto que não precisa de muita terra. É um pequeno arbusto, que cresce sem nenhum cuidado, só com a água da chuva, no meio do barulho e da poluição dos carros. Firme e forte, ele vai em direção ao céu. Até quando? Como? Não sabemos. Nos resta observar a natureza. É linda, em qualquer lugar e de qualquer forma.

 

sábado, 21 de janeiro de 2017

O tempo!

Quando somos crianças, parece que seremos sempre crianças. Fazemos aniversário, mas nada muda - a grande responsabilidade é estudar e brincar. Nada mais. Sim, estou falando de uma classe de crianças...
Mas as poucos vamos tendo responsabilidade, passar no vestibular, por exemplo! Assim vamos adquirindo responsabilidades... e quando percebemos, estamos atolados delas!!! 
Mas, podemos nos divertir também, e como vocês sabem, uma delas para mim, é observar a vida. E nessa de observar, percebi a mudança de hábitos em relação aos refrigerantes, diante da gama de opções, os bares e restaurantes disponibilizam refrigerantes tão diversos, que fiquei sem saber qual escolher. Escolhi a boa e conhecida água... Estava boa, mas não tenho idéia nem a cor e nem o sabor de alguns refrigerantes que o garçon me ofereceu!!!
Habitos mudam, ainda bem!

De volta!

A vida é engraçada, de repente nos vemos fazendo coisas que nem imaginávamos em nossas vidas e nos afastamos de outras que nos davam tanto prazer. Escrever aqui é uma delas. Me afastei mas sempre pensava em coisas que queria escrever aqui, mas não fazia. 
Cá estou, de volta. Muitas vezes quis escrever, mas não fazia, por quê? Não sei...
Bom, mas sempre tenho coisas para dividir aqui.
Pois bem, a passagem da Av. Sumaré para a R. Cardoso de Almeida, tem uma praça, no final da R. Tefé, onde moram alguns moradores de rua. Há algum tempo, eles arrumaram umas barracas de camping, motaram e se instalaram um pouco melhor. Para minha surpresa, eles enfeitaram um arbusto da praça com latinhas de cerveja, copos descartáveis e outros similares transformando o arbusto em uma árvore de Natal. É encantador! E quanta força de vida! Naquelas condições ainda arrumam disposição para comemorar!! Quem puder passar por ali, ainda semana passada, a árvore ainda estava enfeitada!!!

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Ai, mas que trânsito!

O trânsito é um tema recorrente para os paulistanos, quase todas as rádios tem um serviço de informação do trânsito, tem até rádio especializada em caminhos alternativos. Sim, é fato, tem muitos carros na cidade de São Paulo.
Tem metro, um pouco! A população reclama da falta de metro, mas enquanto não temos uma malha adequada, o jeito é usar múltiplos meios de transporte.
Pois é ai que eu queria chegar. Um jeito que costumo fazer, é usar parte do caminho de carro e depois o resto de metro. Acontece que, deixar o carro perto do metro não é tarefa fácil. Não há incentivo nos estacionamentos, para que a população deixe seu carro perto das estações e percorra de metro parte do seu caminho. Os estacionamentos cobram preços exorbitantes, não é nada convidativo os preços cobrados Sempre penso nisso quando faço essa opção, e assim fica difícil da população usar meios de transportes variados. Não somos uma sociedade acostumada a fazer baldeação - é frequente escutar as pessoas reclamando que tem que fazer baldeação, e deixar o carro e pegar um metro é quase uma baldeação... assim, já não gostamos, e com os preços pouco atraentes, a população opta por ficar dentro do seu carro no trânsito, parado, gastando gasolina, emitindo gás carbônico e reclamando do trânsito insuportável!!!
Vamos todos colaborar, não dá pra melhorar se cada um não fizer a sua parte!

terça-feira, 5 de abril de 2016

Em tempos de whattsapp!

É fato que os eletrônicos nos possibilitaram a ter acesso a um mundo distante. O telefone já foi um avanço grande, pois falar com alguém a kilometros é maravilhoso. Hoje são tantas plataformas que nos deixam perto que não é possíviel enumerá-las.
Na minha infância convivi com minha mãe escrevendo carta para a filha de uma vizinha que não era alfabetizada. Minha mãe escrevia e envia, e quando chegava a resposta, iámos à casa dela avisá-la para ela vir escutar o que a filha lhe contava. Meinha mãe lia a carta da filha, ela ditava um carta resposta e assim ia. Não via como um fardo para minha mãe, fazer essa gentileza. Não, eera uma prazer poder ajudar a vizinha.
O whattsapp é um aplicativo imeditista, não tem o tempo das cartas, e nem mesmo dos email. Envia-se uma whatsapp, a outra pessoa receba na hora e já responde imediatamente... trava-se uma conversa e o orgulho das pessoas é que se pode falar com várias pessoas ao mesmo tempo!
Estes foram avanços da tecnologia que fizeram o tempo encurtar entre as pessoas. Entretanto quando usar cada uma dessas tecnologias? Será que tudo pode ser substituído?
Apesar das audio-conferencias, em algumas situações as reuniões presencias são imprescindívies. Há como um chefe chamar a atenção de um funcionário via whatsapp? Ou mesmo parabenizá-lo por um bom trabalho?
Será que dá pra substituir a conversa familiar, na hora do jantar, ou em frente a TV, ou no almoço de domingo? Como se faz uma família? Como se transmitem os valores?
Pois então, tenho ficado um pouco impressionada com a distancias das pessoas. Parabenizar pelo facebook é igual a ligar para o amigo e dar os parabéns? A justifica é para não incomodar. É incomodo receber uma ligação de felicitação? Ou uma ligação para saber como o amigo está de saúde ( em caso de doença)? Como assim, quer dizer que vou incomodar querer parabenizar um amigo(a)? Vou incomodar se ligo para falar com um amigo? Se estou ocupada e a pessoa é amiga, não posso falar isso para ele e combinamos outro horário para nos falarmos?
Tenho visto, cada vez mais as pessoas usando facebook ou whatsapp nessas ocasiões. Tem-se centenas de amigos no facebook, parabénizá-los ali é uma coisa, mas e os amigos com quem você sai, vai ao cinema, ou sai para bater papo, ou para contar sobre uma tristeza? Um parente que faz aniversário é igual a uma amigo do facebook?
Será que isso é estarmos perto? Tenho me feito essa pergunta em diversas situações, e acho que sou tradicional - uma ligação é sempre uma boa opção! Escutamos a voz - e podemos saber se ele está bem mesmo ou não  -, aprendemos a escutar, temos que esperar o outro responder, e podemos conversar um tempão, ou alguns minutos...
Saudades do bom e velho telefone!!!







segunda-feira, 28 de março de 2016

Surpresa!

Cada espécie tem sua forma de linguagem: os cães ladram, os gatos miam, os pássaros cantam e os homems falam. A linguagem usada é a forma encontrada para se comunicarem, dizerem que estão em perigo, ou que precisam de aconchego, ou que estão a caminho de alguma coisa. Claro que há desentendimentos, mas na maioria das vezes os animais respeitam o código estabelecido, por exemplo o macho numa disputa de poder: mostram-se os dentes, a dança de cá e lá alguns ataques até o que mais fraco recua e sai do bando com alguns ferimentos é claro, mas vivo. 
Sempre me assutei quando duas pessoas param de falar. Nunca entendi, sempre achei que se pode conversar, deve-se ter o distanciamento das partes, mas por que parar de falar? Distanciamento muitas vezes nos dá inclusive outro lugar para olhar, mas sempre achei que seria possível falar ao outroo que não gosta. Estou pensando em uma situação de pessoas que gozam de uma intimidade, por isso param de se falar - filho que não fala com o pai, ou irmãos que não se conversam, por exemplo. Sim, muitas vezes não concordamos com as idéias de pessoas de tão perto, e família ninguém pediu para estar naquela... são seres diversos, com estórias parecidas, mas que calam em cada um de forma singular. E por isso, os fazem tão diferentes.
Quando isso acontece nas amizades, é radical. São amizades que se rompem, pois os laços são tenues, nada é masi forte do que a vontade de estar perto desta ou daquela pessoa. Quando há a quebra por algum dos lados, não tem mais porque estar perto. Daí as pessoas começam a se distanciar. Sim até aí eu entendo, mas minha questão é quando nada aconteceu, apenas o tempo passou e as pessoas se distaciaram... Cada uma tomou um rumo... sim!  E porque não falar depois de muito tempo?
Nesse tempo em que o exercício da democracia está em pauta, pelas questões políticas, vale a pena pensar nas amizades. Não preciso concordar, mas acabou todo afeto? Que diferença tão profunda é essa que não dá para ficar restar nada daquela pessoa.
Em psicologia, quando isso acontece, falamos que houve uma cisão e uma parte foi recalcada, pois me faz sofrer viver com essa parte. Penso que o mesmo acontece nas relações: será que preciso me distanciar de tal forma? Então aquela pessoa perto me traz sofrimento? Ela me faz vivenciar alguma parte minha que não posso conviver!
Isso é muito comum ver, quando acontece uma violência!Execramos a pessoa, esquecemos de pensar que também a nossa violência está aqui, de forma domesticada, mas também somos violentos. Aprendemos o código civilizatório, por isso não expomos nossa agressividade, mas ela faz parte do humano. Haja visto nas manifestações políticas: ambos os lados tem atos de barbárie... não é uma lado bom e o oturo mau, como clamamos. Desta forma, fico do lado bom e tudo resolvido. Não!!
Pois então, voltando às a amizades, por que deixar de falar? Ou na linguagem da psicanálise, por que precisamos nos afastar daquela pessoa?
Eu não entendi, que mal eu fiz para uma pessoa querida até dezembro, chegar em janeiro e não responder mais aos meus telefonemas, para saber se foi berm de festas? depois para saber das férias?

sábado, 13 de fevereiro de 2016

de volta!!

Faz tempo que não escrevo aqui, alguns temas tem me chamado a atenção sim, mas não encontrava tempo para escrever... passava... Mas um blog não tem tempo, não tem obrigação, assim cá estou eu de volta, para comentar uma propaganda, da mesma forma que fiz no carnaval passado.

1. A propaganda do Itaú digital é muito bacana, ela aposta na educação do povo. Deixa eu explicar, geralmente as propagandas falam numa linguagem fácil, sem palavras difícéis, com figuras que ajudam na compreensão da mensagem, e quase sempre usam a metáfora como figura de linguagem principal nas suas propagandas; no entanto a propaganda do Itaú, trabalha com a figura de linguagem do neologismo, e ela até menciona isso. Os neologismos são palavras criadas a partir de outras palavras. Digital é com a letra L, mas eles colocam com a letra U, usando o proprio nome do banco!! As figuras de linguagem são um tópico esquecido pelo povo depois que sai da escola, como se eles não precisassem saber, e até mesmo na escola os alunos decoram. Não percebem que falar resetar, por exemplo, no mundo da informática é um neologismo, pois poderia falar reiniciar, mas pega-se uma palavra que está na plataforma dos computadores e colocou-se na lignuagem do cotidiano, e assim outros muitos exemplos.
Agora o Itaú vem colocar as figuras de linguagem na pauta das comunicação, pois o moço diz, "isso é um neologismo".
Parabéns!!!


sábado, 3 de outubro de 2015

Espaços Públicos nas Ruas de Pinheiros e Vila Madalena

Já faz algum tempo, ando incomodada com essas tais mini-praças criados nas ruas da Vila madalena e de Pinheiros. 
Para quem não é de São Paulo, na rua, onde deveria ser espaço para estacionar os carros, fizeram bancos de madeira, bem espaçosos, com vasos, lixeiras para os fumantes, protegidos dos carros e fora da calçada. Tudo bonito e organizado, só que são em frente a alguns bares da região. Ou seja, privilegia-se o dono de algus bares que ficam em frente e os estacionamentos ao redor. Que raios é isso? Servem a quem? Por que não fazem esses bancos em frente a instituições públicas, como postos de saúde, onde as filas começam logo cedo e a popualção não tem onde se sentar? Ou então arrumam as praças, estes sim, locais públicos por excelência, colocando livros, revistas, quadras de esportes, bolas, garis, para que a população ocupe e diminua a violência. 
E esses mini-jardins não param de se multiplicar, cada vez aparece um novo... tiram-se vagas de carros, assim os estacionamentos lotam, cobram preços abusivos, pois a população é refem desse tipo de instituição, e os bares que ganham espaços extras para acomodar seus clientes!!!
Que clientelismo, isso sim!!! Vamos ocupar a cidade de modo mais racional!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A Reação da Natureza!

      Que o clima no mundo está mudando, sabemos. Que a temperatura do planeta está subindo, sabemos. Tivemos um inverno ameno, com poucos dias de frios e muitos dias quentes. Choveu no inverno, coisa incomum, geou muito pouco, etc, etc, etc...
Já falei aqui do Parque da Água Branca, local onde vou muito. Pois bem, mais uma vez é de lá que vem minha observação.
       Em 2010 resolveram tirar as plantas rasteiras que cobriam os canteiros.  Houve gritaria, abaixo assinado, pois ali é Mata Atlântica e não pode mexer na vegetação. Não adiantou, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente demorou e a vegetação foi retirada. No lugar, plantaram plantinhas ornamentais, parecia lindo... O que houve, não vingou nenhuma muda. Fizeram diversas tentativas, molhavam nas primeiras semanas... mas depois.... 
        Claro, não bate sol, é úmido, frio, clima de mata... 
       Aquela vegetação nativa com folhas miúdas, só verde, sem flores ou flores miúdas, galhos para todos os lados com crescimento desordenado, sem graça... deu lugar a um paisagem só de terra e seca, sem plantas, o que não contribui para a retenção de líquidos. A trilha que deveria ser educativa...  Eram "feias" as plantas rasteiras? devemos lembrar que o conceito de beleza é relativo... 
Feio é aquele chão sem nada, com a terra seca, que não nasce nada. E lá no Parque da Água Branca já tem outros lugares que fizeram a mesma coisa, retiraram a vegetação nativa e dai....
        Que tristeza!!! Que dureza que é aprender!!!

sábado, 5 de setembro de 2015

É tempo das Flores

Esta semana a pouca chuva, já fez as plantas brilharem. Olhava para os canteiros e via uma diverisdade de verdes. Tudo era lindo. E ainda, tá acabando o inverno. Faltam alguns dias, e com isso as flores vão embelezando as cidades, as estradas, os jardins das casas... Fica lindo!
Outro dia escrevi sobre as mudanças da natureza, e agora temos a diferneça na vegetação. As frutas cítricas dão lugar as frutas de inverno: morango, amora, pitanga, jabuticaba, e as folhas secas dão lugar às flores...
Não posse deixar de comentar sobre a beleza dos ipês. Árvores com copa larga que se enchem de flores: são amarelas, cor-de-rosa, brancas. Parecem de papel tão cheias elas ficam. E os ipês estão espalhados pela cidade, tem em grandes avenidas, como na Av. Brasil e Marginal Pinheiros ou em ruas pacatas, como R. Simão Álvares, ou R. João Ramalho. E com elas vem as primaveras, as sibipirunas, as acássias, as azaléias e outras tantas árvores de flor. Encheria a página com elas... 
Nós, moradores de São Paulo, falamos do pouco verde que a cidade tem. É verdade, tem pouco verde, então temos que aproveitar as poucas árvores que temos e admirá-las, seja pelas flores, seja pelas cores, seja pelo tamanho das flores..
Depois é esperar a outra mudança climática: o verão.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

São sempre muitas variáveis: um comentário

Outro dia escrevi que a diminuição dos acidentes nas marginais iam para além da velocidade que os motoristas dirigiam. Pois bem, outro dia estava dirigindo à tarde, pela Marginal Tiete. Marginal com muitos carros, mas andando... sem lentidão alguma, e para minha surpresa um homem empurrando uma bicicleta que puxava um carrinho com uma big geladeira de isopor resolve atravessar a via!!! O homem saiu do canteiro que separa a via marginal da central e começou a se dirigir para a pista dos carros. Pouco a pouco ele foi adentrando a pista e com uma das mãos foi parando o transito e atravessou as 3 pistas. Eu olhava pelo retrovisor a barbariedade... não sei como tudo deu certo, mas deu. Pura sorte!!! em outra vez, pode dar tudo errado! Assim, nem com muita boa vontade, o número de acidentes de transito vai reduzir.


Continuando sobre os ferimentos por transito, saiu o relatório sobre o mapeamento dos acidentes na infância, e o transito está nos primeiros lugares. Para os interessados, segue o link
http://primeirainfancia.org.br/wp-content/uploads/2015/01/RELATORIO-DE-MAPEAMENTO-EVITANDO-ACIDENTES-versao-4-solteiras.pdf

sábado, 22 de agosto de 2015

As coisas estão mudando!

Aqui em São Paulo a velocidade das ruas está sendo estabilizada em 50Km. Para os que não conhecem a cidade, há grandes avenidas que cortam bairros, muitas vezes com alguns quilometros de extensão, e nessas avenidas os motoristas costumavam dirigir com velocidade acima de 70km, algumas vezes até mais. 
Todos gastam muito tempo no transito, assim quando é possível andar um pouco mais rápido, dirige-se mais rápido. Dia 20 de julho a velocidade das marginais foi reduzida de 90km para 70km, com a justificativa de diminuir acidentes graves (inclusive escrevi aqui sobre as muitas variáves que estão envolvidas em um acidente). As marginais são 08 pistas com grande circulação de veículos leves e pesados. Houve grande discussão sobre essa redução, mas não parou aí. Seguiram outras reduções de velocidades nas ruas principais. Em qualquer roda de amigos, em algum momento o assunto vem a tona. Não quero discutir se deve ou não reduzir, o que gostaria de deixar regitrado é que mesmo discordando os motoristas estão respeitando a velocidade. e não tem radar não!!!
Hoje andei pelo minhocão, 50km! Não tem nenhum radar nos 3,2km dde extensão e os carros andam a 50km ou um pouco mais, mas é pouco. Nas marginais mesmo, os motoristas tem dirigido a 70km e há poucos radares. 
Digo isso porque eu dirijo sempre pela Av. Sumare que não tinha radar e dirigia-se a 90km, depois passou a ter radar a 70km, e os motoristas corriam, perto do radar diminuíam e voltavam a andar mais rápido ao passarem o radar. Nova redução na Sumaré, para 60km, continuava a acontecer a mesma coisa: corria-se, perto do radar diminuía e depois voltava na velocidade 'confortável' para o motorista. 
Atualmente, não vejo isso acontecer nem nas marginais, nem no minhocão... ou seja a lei está sendo introjetada, não precisa de punição, respeita-se! Mesmo sem radar, os motoristas estão dirigindo na velocidade estabelecida.
Certo ou errado essa velocidade de 50km em quase todas as ruas de São Paulo, não sei, mas vejo que houve mudança de comportamento.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

São sempre muitas variáveis!

Os críticos estão sempre de plantão! 
Ontem escutei uma pessoa falando que apesar da velocidade das marginais da cidade de São Paulo ter sido reduzida, ainda acidentes com motocicletas acontecem aos montes. Sim! mas será que é só culpa da velocidade? 1. os motoqueiros ainda andam no meio fio; 2. os carros não dão setas quando vão mudar de faixa; 3. mesmo os carros sinalizando a mudança, os motoqueiros buzinam e continuam na rota... vamos olhar mais o todo invés de focar em apenas um dado! 
Outros fatores: Os motoqueiros recebem por entrega, então querem ser rápidos para conseguirem muitas entregas no mês; por outro lado, dirigem sem habilitação, sem respeitar as leis de transito, no meio fio... são sucessivos erros. E claro, não queremos mudar nada, muito menos olhar para nossos comportamentos.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Ingenuidade infantil

Reunião de irmãos é lembrança e risada na certa, e assim fazmos em casa, sempre estamos nos divertimos conversando sobre nossas peripécias infantis. Uma dessas lembranças é as coisas que faziamos para comer quando brincávamos de casinha, e dentro dessas comidinhas, comiamos uns matos que achavamos: comiamos trevo - é azedinho; uva japonesa, flor de são joão, as folhin has da erva-doce, entre outras. 
Outro dia, em um jornal de grande circulação, uma chefe de cozinha falou dessas ervas que estão nas ruas e que não usamos e dentro delas estava a uva japonesa. Engraçado que quando eu via um pé dessa frutinha, eu sempre perguntava se as pessoas ao meu lado também comiam e sempre recebia uma negativa. Pensei que era coisa de criança, mas quando vi no jornal.... Fiquei feliz! me atrevi novamente a experimentar, por sorte na casa dos meus pais tem um pé dessa fruta. Pus no strudel inicialmente, e depois fiu me atrevendo, Fiquei feliz! 
Agora é época de São João, então lembrei da flor de são joão. Procurei na casa dos meus pais e não tem mais, contudo prestando atenção nas ruas, achei. Incialmente fiquei feliz, passeis pela rua diversas vezes até que me encoragei, parei e peguei um raminho e dái não tive coragem de por na boca. Achei que deveria lavar, mas quando era criança pegava no mato e punha na boca direto, nem pensava em nada. Bom depois que lavei, achei que não devia comer... resultado - não experimentei, mas fiquei morrendo de vontade, me achei boba por pensar em tantas questões, será que pode ser venenosa? Calro que não, chupei tanta flor de são joão e não morri, mas minha cabeça de adulto não me deixou experimentar...
Criança é tão inocente que punha na boca sem pensar em nada, eu era chata pra comer, mas em comprensação comia cada mato...

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Algumas Considerações

Meu percurso profissional me colocou a frente de situações que me fizeram pensar nas obviedades da vida, daí minha postura questionadora diante de algumas questões, tais como família - não fale perto de mim que família é tudo, pra quem? - a dupla, pra mim inseparável,  violência sexual e aborto, e por último, suicídio... Já escrevi algumas linhas aqui no blog sobre todos esse temas... recebi alguns poucos comentários, dai não pude discutir mais. Não é que fico defendendo nenhuma dessas banderias, mas me ponho aberta a discutir com quem queira. 
Por outro lado, também me fez pensar em outras situações como afeto, e amor que também já escrevi aqui. Assim, um dos meus primeiros escritos neste blog foi sobre os relacionamentos de longe: antigamente por cartas e atualmente via internet... Acho que um dos problemas é o cotidiano que fica de lado... nessas relações virtuais colocamos só o que queremos mostrar e da maneria como queremos. Já na vivência conjunta as arestas aparecem, a relação do dia-a-dia tem grande impacto na relação a dois; também escrevi sobre pedir ou não afeto.
Hoje queria pensar nas relações arranjadas. Sempre que penso nessa situação, me vem um medinho... esse cotidiano, como fica isso? Se é arranjado é porque um das partes se submete ao outro, por isso é arranjado, uma das partes tem que se submeter ao desejo de outro, e este outro não é o parceiro, mas o pai que concede... Mas também acho que pode ter o outro lado, o amor ser construído no dia-a-dia, pois acredito que o amor é algo que se cultiva, se aprende na convivência, daí claro que deixo de lado o amor á primeira vista! É pena, mas é assim. Atualmente, vejo as relações dos jovens e me parece que elas nem resvalam no amor à primeira vista e muito menos na construção, por isso eles ficam, mas não permanecem. Se permanecessem teriam tempo de construir uma relação é daí o amor aparece. A dupla deve ter afinidade, e o tempo constrói a relação. Os jovens não dão esse tempo pr'as relações crescerem. No que será que acreditam?
Apesar de ter enfrentado duros temas pra debater e trabalhar, ainda sou crédula no amor, no afeto. e continuo achando que se pode pedir afeto e que o amor é um sentimento que nasce da convivência.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

De volta

Fiquei reclusa, faz tempo que não escrevo, mas hoje ao acordar vi o chão amarelo de folhas. Sinal do outono. Quando era criança escutava dizerem que no Brasil não temos as estações do ano definida... hoje, fico pensando o que as pessoas queriam dizer com isso. Será que elas imaginavam que de uma dia para o outro o verão chegaria, de repente as folhas cairiam e as árvores ficariam sem folhas... depois PUM, frio, frio... é inverno;  e depois: as flores se abririam....
Olhando a natureza é perceptível as estações. Os dias vão ficando mais curtos sim, o sol não é tão quente... não chove tanto e o mato fica com aparência seca... pouco a pouco as folhas de algumas árvores vão ficando amareladas e até que caem... Não são todas, mas algumas ficam todas desfolhadas... e assim gradativamente vai ficando cada vez mais frio, temos que dormir de cobertinha, colocamos uma agasalho no começo da noite... e assim vamos passando o ano.
Tem dias de inverno que temos calor... parece verão, podemos sair de vestido, sandália e tal, mas são os fenômenos climáticos, tão facilmente explicados pelos meteorologistas.
E os dias então, é tão calra a mudança climática... os dias de verão são longos, a noite cai tarde, e pouco a pouco os dias vão encurtando, a noite cai cada vez mais cedo, até que 5h30 da tarde é noite!!! 
Tudo tão lindo, basta observar!
Bom outono para todos, época de dias claros, com temperatura amenas e ao anoitecer a temperatura vai caindo...

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Será que estou só enxergando o fel social??

Deculpem-mas mas ando um pouco triste com as crueldade da sociedade. To igual a música do Zeca Baleiro: eu acordei triste... tristinho... e dai parece que nossos olhos só enxergam isso; como não sou poeta, escrevo para ver se, de repente como na música, fico feliz e quero mandar flores ao mundo!!! Será que sou que estou sendo cruel?
Meus pais - ele com 84 anos e ela com 90 anos, contrairam dengue, e dai vi como uma doença tão simples, digo simples pois sua cura depende de hidratação e alimentação, pode fazer tanto estrago Não é necessário nenhum medicamento sofisticado como no caso da Aids, ou de um câncer, mas mesmo assim as pessoas morrem por causa dessa doença. Morrem porque não se faz o diagnóstico rapidamente - e só um exame de sangue!!! -  ou elas não tem água tratada, e não tem comida! É muito triste pensar isso! Se não morrem de dengue, morrem de malária, desnutrição.
Não bastasse isso, fui assistir O Sal da Terra, um documentário sobre Sebastião Salgado, que fotografa as mazelas da vida, a pobreza de Ruanda junto com a guerra... como a humanidade pode deixar morrer de fome um povo enquanto a sociedade está preocupada com o consumismo, as pessoas são meras cascas... digo que são cascas de ovo de chocolate, se quebram facilemente e derretem...
Depois, vejo uma entrevista da Ruandense que estava em São Paulo para alertar o mundo sobre a violência que estão expostas as mulheres de seu país. Saio na rua, um sábado de sol, e vejo as pessoas carregando placas publicitárias de casas... Antes as construtoras punham cavaletes, mas como essa prática é proibida, agora usam pessoas, que ficam o dia todo em pé, no sol com aquele peso sobre o corpo. É desumano, só fazem isso pois não tem outro emprego... é tudo muito sofrimento!
Estou amarga, eu sei, mas não consigo fechar os olhos!!! espero amanhã acordar alegre... alegrinha... ter um bálsamo para os olhos e enxergar coisas menos duras.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Caqui - 2 receitas

Hoje vou compartilhar uma receita de caqui, já que a proposta do blog é De Tudo Um Pouco! 
Estamos na safra do caqui, uma fruta que até pouco tempo atrás eu não gostava, mas via minha mãe se deliciar com essa fruta, e uma prima dise que Caqui Fuyu era gostoso. Vamos lá, tentei, e deu certo, gostei. Dai como gosto de cozinhar, resolvi inovar e aqui vai:
Salada de Caqui Fuyu

1 Caqui Fuyu
1 Cebola 
Sal, azeite e Pimenta do reino

Corte o caqui em fatias bem finas, corte a cebola também em fatias finas. Disponha como carpaccio o caqui rpimeiro de pois a cebola em rodelas. Tempere a gosto. Bom Apetite!!!

Suco de Caqui com Limão Cravo - sujestão de uma amiga que gostei

Bata 1/2 caqui rama forte, com 1 limão cravo e açúcar a gosto. 
Delícia!!!

A vida conectada!!!

     Reclamamos que não temos mais tempo nada, mas a não queremos em momento algum ficar parados, olhando a paisagem como faziam os antigos, conversando na porta das casas... hoje queremos estar em todos os lugares e assim o tempo voa!!!
      Cada dia precisamos inventar um novo modo de estarmos conectados. Antes eram as cartas, passamos ao telefone, depois aos emails, ao telefone celular e este ganhou aplicativos que nos oferece diversos aplicativos para nos colocar no mundo.
      Em 30 de abril  do ano passado, escrevi aqui um texto impulsionada pela notícia que no Japão, uma empresa financiou a pintura de uma faixa que serve exclusivamente para pessoas falando, teclando, escrevendo ao celular, e que lá o uso do celular é uma problema de saúde pública devido ao grande númeno de acidentes - tipo tombos, choques - que acontece enquanto usam esse aparelho. Esta semana, fiquei olhando as pessoas na rua, estamos quase iguais aos japoneses... andamos na rua teclando, falando, checando nossos aparelhos. 
    Quando criança, aprendi que atravessar a rua era um ato que deveria ser feito com cuidado, no entanto hoje sempre há uma pessoa atravessando a rua enquanto fala ao celular... quanta distração... Daqui a pouco vamos ter uma problema de saúde pública como os japoneses, pois os acidentes vão acontecer, sejam com os carros ou mesmo nas tropeções nas calçadas...
    Focando nesse uso exagerado do celular a rádio eldorado lançou uma campanha que diz : Um transito sem celular! Só campanhas de grande alcance podem transformar comportamentos das populações...  e hoje atendemos os telefones dirigindo sem o menor constrangimento. Antes do celular esperávamos chegar em um local com telefone para ligar, por que não podemos fazer o mesmo? Delegávamos mais as tarefas, pois não podíamos resolver tudo... 
    Um aparelho que deveria nos ajudar, tornou as pessoas muito mais centralizadoras, mais dispersas, com menos tempo. Saímos com os amigos, e eles estão ali conosco e com o mundo. Outro dia fui almoçar com uma amiga, e ela ficou teclando no whatsapp o tempo todo, contando o que estávamos comendo, nosso trajeto, pois era uma lugar que ela tinha conhecido com outro grupo de amigos... achei muito chato!
    No meu trabalho, meu celular fica longe de mim, e passo o dia muito bem, mas é eu sair do trabalho, já vou olhar o 'bandido'!!! Estou tentando diminuir o uso desse aparelho, o bandido vai virar mocinho nessa estória, e eu vou escrever aqui sobre a delícia de falar somente quando estou disponível.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

As experiências de cada idade!!!

Outro dia recebi em minha casa um casal jovem. O rapaz vendo meus CDs comentou: "que interessante ver esse material concreto. Tenho tudo isso, mas de modo virtual." A partir dai conversamos sobre esse mundo virtual/concreto e as experiências no mundo... 
Esses acontecimentos me fazem pensar em algumas outras vivências. Tenho também LPs, guardei meu toca-discos, nunca tirei da sala e uso algumas vezes tenho muitos LPs e aganhei outros. E agora com o retorno desse tipo de aparelho, minha irmã comrpou um toca-discos, dessas modernos, e retirou do LPs dela do armário... e dá-lhe LP para escutar. Sua filha, minha sobrinha, não sabia manusear um LP. Tivemos que ensiná-la. Depois de 3 anos, ela já tem familiaridade com esse material, mas ainda é um pouco relapsa, esquece de guardar o LP na capa, não põe no plástico... coisas que qualquer marmanjo da minha idade faz sem problemas. LPs riscavam, tinhamos que pegar com cuidado, guardá-los sempre... essa prática levo para meus CDs. Ouço um CD, acabou, guardo na capinha e dai pra armário... e já percebi que a geração mais nova não tem essa prática, pois como disse meu amigo do início do texto, eles não tem a discografia concreta, ela é virtual, daí não se guarda em capinhas, estão nas pastas. Não são retiradas das pastas, mas dá-se um click e elas tocam e ao fechar o arquivo ele volta pra pasta.... 
Daí manusear um LP é uma experiência nova, que não faz elo com nada da vida deles...  Não é que cada geração tem uma experiência!!!