segunda-feira, 25 de abril de 2016

Ai, mas que trânsito!

O trânsito é um tema recorrente para os paulistanos, quase todas as rádios tem um serviço de informação do trânsito, tem até rádio especializada em caminhos alternativos. Sim, é fato, tem muitos carros na cidade de São Paulo.
Tem metro, um pouco! A população reclama da falta de metro, mas enquanto não temos uma malha adequada, o jeito é usar múltiplos meios de transporte.
Pois é ai que eu queria chegar. Um jeito que costumo fazer, é usar parte do caminho de carro e depois o resto de metro. Acontece que, deixar o carro perto do metro não é tarefa fácil. Não há incentivo nos estacionamentos, para que a população deixe seu carro perto das estações e percorra de metro parte do seu caminho. Os estacionamentos cobram preços exorbitantes, não é nada convidativo os preços cobrados Sempre penso nisso quando faço essa opção, e assim fica difícil da população usar meios de transportes variados. Não somos uma sociedade acostumada a fazer baldeação - é frequente escutar as pessoas reclamando que tem que fazer baldeação, e deixar o carro e pegar um metro é quase uma baldeação... assim, já não gostamos, e com os preços pouco atraentes, a população opta por ficar dentro do seu carro no trânsito, parado, gastando gasolina, emitindo gás carbônico e reclamando do trânsito insuportável!!!
Vamos todos colaborar, não dá pra melhorar se cada um não fizer a sua parte!

terça-feira, 5 de abril de 2016

Em tempos de whattsapp!

É fato que os eletrônicos nos possibilitaram a ter acesso a um mundo distante. O telefone já foi um avanço grande, pois falar com alguém a kilometros é maravilhoso. Hoje são tantas plataformas que nos deixam perto que não é possíviel enumerá-las.
Na minha infância convivi com minha mãe escrevendo carta para a filha de uma vizinha que não era alfabetizada. Minha mãe escrevia e envia, e quando chegava a resposta, iámos à casa dela avisá-la para ela vir escutar o que a filha lhe contava. Meinha mãe lia a carta da filha, ela ditava um carta resposta e assim ia. Não via como um fardo para minha mãe, fazer essa gentileza. Não, eera uma prazer poder ajudar a vizinha.
O whattsapp é um aplicativo imeditista, não tem o tempo das cartas, e nem mesmo dos email. Envia-se uma whatsapp, a outra pessoa receba na hora e já responde imediatamente... trava-se uma conversa e o orgulho das pessoas é que se pode falar com várias pessoas ao mesmo tempo!
Estes foram avanços da tecnologia que fizeram o tempo encurtar entre as pessoas. Entretanto quando usar cada uma dessas tecnologias? Será que tudo pode ser substituído?
Apesar das audio-conferencias, em algumas situações as reuniões presencias são imprescindívies. Há como um chefe chamar a atenção de um funcionário via whatsapp? Ou mesmo parabenizá-lo por um bom trabalho?
Será que dá pra substituir a conversa familiar, na hora do jantar, ou em frente a TV, ou no almoço de domingo? Como se faz uma família? Como se transmitem os valores?
Pois então, tenho ficado um pouco impressionada com a distancias das pessoas. Parabenizar pelo facebook é igual a ligar para o amigo e dar os parabéns? A justifica é para não incomodar. É incomodo receber uma ligação de felicitação? Ou uma ligação para saber como o amigo está de saúde ( em caso de doença)? Como assim, quer dizer que vou incomodar querer parabenizar um amigo(a)? Vou incomodar se ligo para falar com um amigo? Se estou ocupada e a pessoa é amiga, não posso falar isso para ele e combinamos outro horário para nos falarmos?
Tenho visto, cada vez mais as pessoas usando facebook ou whatsapp nessas ocasiões. Tem-se centenas de amigos no facebook, parabénizá-los ali é uma coisa, mas e os amigos com quem você sai, vai ao cinema, ou sai para bater papo, ou para contar sobre uma tristeza? Um parente que faz aniversário é igual a uma amigo do facebook?
Será que isso é estarmos perto? Tenho me feito essa pergunta em diversas situações, e acho que sou tradicional - uma ligação é sempre uma boa opção! Escutamos a voz - e podemos saber se ele está bem mesmo ou não  -, aprendemos a escutar, temos que esperar o outro responder, e podemos conversar um tempão, ou alguns minutos...
Saudades do bom e velho telefone!!!







segunda-feira, 28 de março de 2016

Surpresa!

Cada espécie tem sua forma de linguagem: os cães ladram, os gatos miam, os pássaros cantam e os homems falam. A linguagem usada é a forma encontrada para se comunicarem, dizerem que estão em perigo, ou que precisam de aconchego, ou que estão a caminho de alguma coisa. Claro que há desentendimentos, mas na maioria das vezes os animais respeitam o código estabelecido, por exemplo o macho numa disputa de poder: mostram-se os dentes, a dança de cá e lá alguns ataques até o que mais fraco recua e sai do bando com alguns ferimentos é claro, mas vivo. 
Sempre me assutei quando duas pessoas param de falar. Nunca entendi, sempre achei que se pode conversar, deve-se ter o distanciamento das partes, mas por que parar de falar? Distanciamento muitas vezes nos dá inclusive outro lugar para olhar, mas sempre achei que seria possível falar ao outroo que não gosta. Estou pensando em uma situação de pessoas que gozam de uma intimidade, por isso param de se falar - filho que não fala com o pai, ou irmãos que não se conversam, por exemplo. Sim, muitas vezes não concordamos com as idéias de pessoas de tão perto, e família ninguém pediu para estar naquela... são seres diversos, com estórias parecidas, mas que calam em cada um de forma singular. E por isso, os fazem tão diferentes.
Quando isso acontece nas amizades, é radical. São amizades que se rompem, pois os laços são tenues, nada é masi forte do que a vontade de estar perto desta ou daquela pessoa. Quando há a quebra por algum dos lados, não tem mais porque estar perto. Daí as pessoas começam a se distanciar. Sim até aí eu entendo, mas minha questão é quando nada aconteceu, apenas o tempo passou e as pessoas se distaciaram... Cada uma tomou um rumo... sim!  E porque não falar depois de muito tempo?
Nesse tempo em que o exercício da democracia está em pauta, pelas questões políticas, vale a pena pensar nas amizades. Não preciso concordar, mas acabou todo afeto? Que diferença tão profunda é essa que não dá para ficar restar nada daquela pessoa.
Em psicologia, quando isso acontece, falamos que houve uma cisão e uma parte foi recalcada, pois me faz sofrer viver com essa parte. Penso que o mesmo acontece nas relações: será que preciso me distanciar de tal forma? Então aquela pessoa perto me traz sofrimento? Ela me faz vivenciar alguma parte minha que não posso conviver!
Isso é muito comum ver, quando acontece uma violência!Execramos a pessoa, esquecemos de pensar que também a nossa violência está aqui, de forma domesticada, mas também somos violentos. Aprendemos o código civilizatório, por isso não expomos nossa agressividade, mas ela faz parte do humano. Haja visto nas manifestações políticas: ambos os lados tem atos de barbárie... não é uma lado bom e o oturo mau, como clamamos. Desta forma, fico do lado bom e tudo resolvido. Não!!
Pois então, voltando às a amizades, por que deixar de falar? Ou na linguagem da psicanálise, por que precisamos nos afastar daquela pessoa?
Eu não entendi, que mal eu fiz para uma pessoa querida até dezembro, chegar em janeiro e não responder mais aos meus telefonemas, para saber se foi berm de festas? depois para saber das férias?

sábado, 13 de fevereiro de 2016

de volta!!

Faz tempo que não escrevo aqui, alguns temas tem me chamado a atenção sim, mas não encontrava tempo para escrever... passava... Mas um blog não tem tempo, não tem obrigação, assim cá estou eu de volta, para comentar uma propaganda, da mesma forma que fiz no carnaval passado.

1. A propaganda do Itaú digital é muito bacana, ela aposta na educação do povo. Deixa eu explicar, geralmente as propagandas falam numa linguagem fácil, sem palavras difícéis, com figuras que ajudam na compreensão da mensagem, e quase sempre usam a metáfora como figura de linguagem principal nas suas propagandas; no entanto a propaganda do Itaú, trabalha com a figura de linguagem do neologismo, e ela até menciona isso. Os neologismos são palavras criadas a partir de outras palavras. Digital é com a letra L, mas eles colocam com a letra U, usando o proprio nome do banco!! As figuras de linguagem são um tópico esquecido pelo povo depois que sai da escola, como se eles não precisassem saber, e até mesmo na escola os alunos decoram. Não percebem que falar resetar, por exemplo, no mundo da informática é um neologismo, pois poderia falar reiniciar, mas pega-se uma palavra que está na plataforma dos computadores e colocou-se na lignuagem do cotidiano, e assim outros muitos exemplos.
Agora o Itaú vem colocar as figuras de linguagem na pauta das comunicação, pois o moço diz, "isso é um neologismo".
Parabéns!!!


sábado, 3 de outubro de 2015

Espaços Públicos nas Ruas de Pinheiros e Vila Madalena

Já faz algum tempo, ando incomodada com essas tais mini-praças criados nas ruas da Vila madalena e de Pinheiros. 
Para quem não é de São Paulo, na rua, onde deveria ser espaço para estacionar os carros, fizeram bancos de madeira, bem espaçosos, com vasos, lixeiras para os fumantes, protegidos dos carros e fora da calçada. Tudo bonito e organizado, só que são em frente a alguns bares da região. Ou seja, privilegia-se o dono de algus bares que ficam em frente e os estacionamentos ao redor. Que raios é isso? Servem a quem? Por que não fazem esses bancos em frente a instituições públicas, como postos de saúde, onde as filas começam logo cedo e a popualção não tem onde se sentar? Ou então arrumam as praças, estes sim, locais públicos por excelência, colocando livros, revistas, quadras de esportes, bolas, garis, para que a população ocupe e diminua a violência. 
E esses mini-jardins não param de se multiplicar, cada vez aparece um novo... tiram-se vagas de carros, assim os estacionamentos lotam, cobram preços abusivos, pois a população é refem desse tipo de instituição, e os bares que ganham espaços extras para acomodar seus clientes!!!
Que clientelismo, isso sim!!! Vamos ocupar a cidade de modo mais racional!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A Reação da Natureza!

      Que o clima no mundo está mudando, sabemos. Que a temperatura do planeta está subindo, sabemos. Tivemos um inverno ameno, com poucos dias de frios e muitos dias quentes. Choveu no inverno, coisa incomum, geou muito pouco, etc, etc, etc...
Já falei aqui do Parque da Água Branca, local onde vou muito. Pois bem, mais uma vez é de lá que vem minha observação.
       Em 2010 resolveram tirar as plantas rasteiras que cobriam os canteiros.  Houve gritaria, abaixo assinado, pois ali é Mata Atlântica e não pode mexer na vegetação. Não adiantou, a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente demorou e a vegetação foi retirada. No lugar, plantaram plantinhas ornamentais, parecia lindo... O que houve, não vingou nenhuma muda. Fizeram diversas tentativas, molhavam nas primeiras semanas... mas depois.... 
        Claro, não bate sol, é úmido, frio, clima de mata... 
       Aquela vegetação nativa com folhas miúdas, só verde, sem flores ou flores miúdas, galhos para todos os lados com crescimento desordenado, sem graça... deu lugar a um paisagem só de terra e seca, sem plantas, o que não contribui para a retenção de líquidos. A trilha que deveria ser educativa...  Eram "feias" as plantas rasteiras? devemos lembrar que o conceito de beleza é relativo... 
Feio é aquele chão sem nada, com a terra seca, que não nasce nada. E lá no Parque da Água Branca já tem outros lugares que fizeram a mesma coisa, retiraram a vegetação nativa e dai....
        Que tristeza!!! Que dureza que é aprender!!!

sábado, 5 de setembro de 2015

É tempo das Flores

Esta semana a pouca chuva, já fez as plantas brilharem. Olhava para os canteiros e via uma diverisdade de verdes. Tudo era lindo. E ainda, tá acabando o inverno. Faltam alguns dias, e com isso as flores vão embelezando as cidades, as estradas, os jardins das casas... Fica lindo!
Outro dia escrevi sobre as mudanças da natureza, e agora temos a diferneça na vegetação. As frutas cítricas dão lugar as frutas de inverno: morango, amora, pitanga, jabuticaba, e as folhas secas dão lugar às flores...
Não posse deixar de comentar sobre a beleza dos ipês. Árvores com copa larga que se enchem de flores: são amarelas, cor-de-rosa, brancas. Parecem de papel tão cheias elas ficam. E os ipês estão espalhados pela cidade, tem em grandes avenidas, como na Av. Brasil e Marginal Pinheiros ou em ruas pacatas, como R. Simão Álvares, ou R. João Ramalho. E com elas vem as primaveras, as sibipirunas, as acássias, as azaléias e outras tantas árvores de flor. Encheria a página com elas... 
Nós, moradores de São Paulo, falamos do pouco verde que a cidade tem. É verdade, tem pouco verde, então temos que aproveitar as poucas árvores que temos e admirá-las, seja pelas flores, seja pelas cores, seja pelo tamanho das flores..
Depois é esperar a outra mudança climática: o verão.